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Curso de extensão “Fundamentos da Permacultura” na UFSC

Em outubro de 2021 será oferecido um curso de extensão sobre os fundamentos da Permacultura, totalmente on-line, com videoaulas assíncronas e roda de conversa síncrona (ao vivo) nas terças-feiras das 18 as 19h. O curso iniciará no dia 12 de outubro e tem programação para oito semanas de atividades, encerrando dia 30 de novembro. Haverá emissão de certificado para os participantes.

 

As inscrições estão abertas de 08/09 a 24/09. Clique aqui para fazer a sua inscrição.

A seleção será feita por ordem de inscrição nas 30 vagas disponíveis nessa edição. A lista de selecionados estará disponível no dia 27/09, sendo necessária a confirmação em até 48 horas pelo e-mail paulo.fermino@ufsc.br

 

Sítio Igatu recebe o Permacultura em prosa

Nesse episódio, o Permacultura em prosa visita o Sítio Igatu, unidade de vida de uma família em São Pedro de Alcântara/SC. A unidade de vida nasceu em 2010 a partir da necessidade de reconexão de Arthur e Grasiela com a natureza.  Hoje, cultivam alimentos, água e crianças saudáveis.

Na entrevista o casal traz um histórico de suas primeiras ações permaculturais no Sítio Ecoextrema em Porto Alegre, passando pelas estratégias de planejamento do espaço do Sítio Igatu e sobre como a área se tornou um espaço de experimentos do NEPerma/UFSC, indo até às relações comunitárias em uma pequena cidade.

Conheça um pouco mais sobre o Sítio Igatu assistindo a mais esse episódio.

Assista outras conversas do Permacultura em prosa.

UFSC e EPAGRI lançam nota técnica sobre resíduos sólidos rurais

Zonas energéticas para resíduos sólidos rurais.

Parceria entre permacultores do Núcleo de Estudos em Permacultura / UFSC (NEPerma/UFSC) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI/SC) a nota técnica Resíduos Sólidos Rurais aborda a necessidade de mudarmos a tradicional abordagem centralizada de gestão dos resíduos sólidos, para um novo paradigma, onde a proatividade através da participação cidadã, esteja presente e seja pensada a partir da escala de percepção do indivíduo, da sua unidade rural ou mesmo, da comunidade que o abriga, permitindo que o mesmo possa entender como se dá o processo de gerenciamento, bem como, possa estabelecer estratégias de resoluções efetivas para a gestão.

Transformar, encaminhar, recusar/repensar, reciclar e aproveitar. Novas possibilidades de entendimento sobre resíduos sólidos rurais.

Escrito com termos de fácil compreensão, a nota traz em seu conteúdo um novo entendimento sobre os resíduos sólidos, onde é necessário pensarmos em transformar, encaminhar, recusar, repensar, reciclar e aproveitar resíduos como recursos. O documento conta com uma série de links e imagens que facilitam a compreensão da proposta de gestão descentralizada e de escala local/comunitária.

Estruturada de forma sistêmica, a nota foi pensada para ser aplicada a qualquer unidade rural familiar, seja ela convencional, orgânica, agroecológica ou permacultural. Para tal, os pesquisadores apresentam a aplicabilidade da lógica de planejamento da permacultura, onde problemas podem e devem evitados, ou mesmo, serem reconhecidos como oportunidades.

Um mapeamento detalhado sobre os resíduos comumente presentes na unidade rural resultou em um mapa conceitual que abrange: contaminantes, insumos, metais, mistos, orgânicos e papel, plásticos, tecidos e vidros. Para essa gama de materiais são propostas, onde possível, alternativas de substituição, transformação e/ou aproveitamento.

Confira aqui a nota técnica na íntegra.